FROID Psique · Perguntas frequentes
Entenda como usar o FROID Psique sem confundir registro instrumental com conclusão clínica.
Não. Organiza movimentos em sete famílias de padrões compatíveis. A configuração não determina o sentimento da pessoa. Conheça as famílias.
Não. Significa que a mesma variante reapareceu em quadros distintos. Contexto e avaliação profissional continuam necessários.
Sim, quando a captura facial é válida. Cada canal declara sua capacidade de apuração de forma independente.
Não. Variantes são descritas pelas medidas disponíveis, sem conclusão sobre autenticidade ou ocultação emocional.
Não. As bandas organizam a energia vocal; as famílias organizam movimentos faciais. São dimensões diferentes. Veja a tecnologia.
Não. São derivados das medidas vocais. A dissonância facial-vocal está sem capacidade de apuração.
A proposta utiliza câmera, microfone e navegador. Qualidade de captura, permissões, compatibilidade do dispositivo e conexão devem ser verificadas na implantação; não prometemos leitura adequada em qualquer condição.
A arquitetura descrita para esta versão não prevê arquivo reproduzível de áudio ou vídeo. Transcrição, medidas e anotações podem permanecer armazenadas conforme os documentos aplicáveis. Veja os fluxos e limites de retenção.
O modelo V2 separa créditos de análise e licença organizacional. Consulte o modelo e peça as condições vigentes à equipe.
Não. Apoia observação e revisão; não substitui avaliação, diagnóstico, conduta nem serviço de emergência. Ausência de alerta não indica ausência de risco.
Pela organização ativa no momento do convite. Cada profissional tem uma organização própria, "Solo", e pode ser membro de clínicas; o convite e o relatório são carimbados com a organização ativa. No painel, cada paciente mostra o carimbo "Solo" ou o nome da clínica. A clínica vê só o que foi carimbado com ela; o profissional vê tudo o que ele mesmo escreveu. Confira a organização ativa antes de criar o convite.
Owner e administrador veem todos os pacientes e relatórios e gerenciam membros, atribuições de pacientes, cotas e a visibilidade dos relatórios ("restrita", o padrão, ou "toda a clínica"). O supervisor vê tudo e gerencia atribuições. O profissional vê os próprios pacientes e os atribuídos a ele. A clínica compra créditos num saldo único; o responsável pode atribuir a um profissional um limite de sessões, que barra a criação de nova sessão quando se esgota. Sem limite, o profissional consome do saldo da clínica até ele acabar.
O owner ativa os papéis V2 em Gestão da clínica, seção "Papéis e agenda". A administração concede os papéis: clínico, secretaria, supervisor clínico e administração. Cada clínico cadastra a própria disponibilidade semanal; secretaria, administração e supervisor marcam, reagendam e cancelam para qualquer clínico em "Agenda da clínica", e o clínico opera a própria em "Minha agenda". A agenda interna é a fonte; o Google Calendar passa a espelhá-la. O nome do paciente aparece para secretaria e administração; o clínico vê o nome dos seus pacientes e os demais por identificador; o supervisor vê só identificadores.
Todos os cortes da sessão aberta, com o desvio de cada medida contra a linha de base calculado pelo servidor, e a transcrição com o instante de cada linha. Quando a pergunta compara, ele consulta as sessões do paciente, os pacientes de quem pergunta, o agregado da clínica e trechos da transcrição por instante, sempre sob o mesmo acesso que a pessoa já tem no painel. Para situar um valor, consulta a referência populacional do Data-FROID: a distribuição de uma medida no acervo anônimo de sessões, com piso de coorte e sem nenhum número abaixo dele; é o acervo do FROID, não uma norma clínica. No relatório, responde com uma tabela por corte. Ele não reouve nada, porque não há gravação, e não calcula percentuais por conta própria.