Índice proprietário
- IPM — Índice de Potência Multimodal
- O "velocímetro" da energia da sessão: quantifica, de 0 a 100, a intensidade expressiva e a vitalidade psicomotora do paciente, fundindo voz, face e semântica. Queda sustentada sugere letargia; picos, hiperativação.
Índice proprietário
- IDM — Índice de Desvio Multimodal
- A "bússola" da coerência: avalia se as reações do paciente são congruentes com o conteúdo. Aponta incongruências entre fala e expressão facial (dissonância), sinalizando "pontos quentes" emocionais.
Acústica · ciência
- MFCC — Coeficientes Cepstrais de Frequência Mel
- Representação matemática do timbre da voz, amplamente usada em processamento de fala. O FROID acompanha o MFCC7 e o MFCC9 e suas variações no tempo.
Acústica · ciência
- MFCC7 / MFCC9
- Coeficientes específicos que, no estudo-âncora (Zhao et al., 2022), se associaram à depressão (MFCC7) e à ansiedade somática (MFCC9).
Acústica · ciência
- Δ e ΔΔ (delta e delta-delta)
- Primeira e segunda derivadas no tempo de um coeficiente — a "velocidade" e a "aceleração" da mudança. O ΔΔMFCC9 é lido como aceleração da tensão na laringe.
Acústica · ciência
- F0 — Frequência Fundamental
- A altura (pitch) da voz. Menor variabilidade de F0 (fala monótona) é um marcador estudado de retardo psicomotor.
Acústica · ciência
- ZCR — Taxa de Cruzamento por Zero
- Quantas vezes o sinal de áudio cruza o zero por unidade de tempo; um indicador simples de conteúdo de frequência e ruído.
Acústica · proxy interno
- Jitter / Shimmer (proxy)
- Instabilidade de frequência (jitter) e de amplitude (shimmer) da voz. No FROID são índices proxy normalizados, não os valores clínicos clássicos de Praat.
Acústica · ciência
- HNR — Relação Harmônico-Ruído
- Mede quanto da voz é som harmônico versus ruído. Usada como Quality Gate: HNR baixo indica áudio degradado e reduz a confiabilidade do canal vocal.
Face · ciência
- FACS — Facial Action Coding System
- Sistema padrão-ouro para descrever movimentos faciais em unidades objetivas (Action Units), independentemente de interpretação emocional.
Face · ciência
- AU — Action Unit (Unidade de Ação)
- Cada músculo ou grupo muscular facial codificado pelo FACS. Ex.: AU6 (contração ao redor dos olhos) e AU12 (elevação dos cantos da boca).
Face · ciência- Onset · Apex · Offset
- As três fases temporais de uma expressão: início, pico e término. Rastreá-las ajuda a distinguir expressões espontâneas de voluntárias. O FROID não as rastreia: cada leitura facial é avaliada isoladamente. Ver o que os mapas da face não afirmam.
Sinal · ciência
- FFT — Transformada Rápida de Fourier
- Algoritmo que decompõe o som em suas frequências componentes. É a base física por trás da energia espectral usada nas 12 Zonas.
Método FROID
- Linha de Base Dinâmica (calibração de 60s)
- A "impressão digital biológica" do paciente, medida no primeiro minuto de cada sessão. Todas as leituras seguintes são desvios relativos a ela — o principal mecanismo de mitigação de viés.
Método FROID
- Estabilização Clínica da Tela
- Módulo proprietário que separa processamento de apresentação: o FROID segue processando na cadência de 1 segundo, mas a tela exibe uma janela clínica configurável (tempo real, 1, 3, 5 ou 7 min; padrão 5 min) para dar ao profissional tempo de avaliar todas as métricas. Alertas críticos rompem a estabilização e atualizam imediatamente.
Método FROID
- Janela clínica móvel / Microjanela técnica
- A cada 1 minuto o FROID fecha uma microjanela técnica; a tela consolida as últimas 5 por média ponderada temporal (10% · 15% · 20% · 25% · 30%, do minuto mais antigo ao atual) — estabilidade visual sem perder a reação gradual ao presente.
Método FROID
- Trava de pico
- Regra de consolidação dos padrões de sinal na janela estabilizada: um pico crítico recente não desaparece da tela imediatamente, mesmo que a média ponderada já tenha baixado.
Método FROID
- D_energia — Desvio Energético Relativo
- Quanto a energia atual de uma zona se afasta da linha de base do próprio paciente. Garante que traços biológicos estáveis não sejam lidos como sintoma.
Método FROID
- M_fac — Multiplicador Facial de Dissonância
- Fator (até 2,5) que amplifica o IDM quando a face contradiz a voz — por exemplo, sorriso voluntário (AU12 sem AU6) durante conteúdo de tensão vocal.
Framework proprietário
- 12 Zonas de Percepção
- Interface visual que distribui a energia vocal em 12 bandas associadas a temas clínicos. A física é real; o mapeamento tema↔faixa é heurística de produto, não neurociência publicada.
Clínico · FROID
- Dissonância Somatoafetiva (Falsa Calma)
- Estado em que o estresse foi reprimido da face mas continua tensionando a laringe — uma calma aparente que o IDM ajuda a revelar.
Arquitetura
- Edge AI (Processamento de Borda)
- O áudio e o vídeo são processados localmente, no computador do consultório, sem enviar arquivos biométricos brutos para a nuvem.
Privacidade
- k-anonymity (k ≥ 50)
- Técnica que garante que cada registro anônimo seja indistinguível de pelo menos outros 49, tornando inviável reidentificar um paciente no Data-Froid.
Pesquisa
- Data-Froid Anônimo
- Repositório de dados de sessão desidentificados usado para auditar viés e validar estatisticamente as heurísticas do FROID em larga escala.
Norma
- ISO 45003:2021
- Primeira norma internacional dedicada à gestão de riscos psicossociais no trabalho. É norma de diretrizes, não de requisitos: orienta o que gerenciar dentro de um sistema baseado na ISO 45001, e não fornece instrumento de medição. Por ser diretriz, não comporta certificação acreditada — fornecedor que anuncia “certificação ISO 45003” está vendendo o que não existe.
Norma
- ISO 45001:2018
- Norma de requisitos para sistema de gestão de saúde e segurança do trabalho, essa sim certificável. A ISO 45003 é a camada psicossocial de um sistema baseado nela.
Norma
- NR-1 — Norma Regulamentadora nº 1
- Estabelece as disposições gerais e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. A Portaria MTE nº 1.419/2024 incluiu expressamente os fatores de risco psicossociais no inventário de riscos; a vigência começou em 26 de maio de 2026.
Norma
- NR-17 — Ergonomia
- Norma da qual vêm a AEP e a AET. O item 17.3.2 lista as situações em que a AEP não basta e a AET passa a ser exigida.
Documento
- GRO — Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
- O processo; o PGR é o programa que o documenta.
Documento
- PGR — Programa de Gerenciamento de Riscos
- Tem dois documentos mínimos no texto da norma — inventário de riscos e plano de ação — e o Manual do MTE relaciona o documento de critérios como igualmente exigível.
Documento
- Inventário de riscos
- Consolida os dados da identificação de perigos e das avaliações, com as nove informações mínimas do subitem 1.5.7.3.2. Guarda mínima de vinte anos.
Documento
- Plano de ação
- Cada medida com cronograma, responsável, forma de acompanhamento e forma de aferição — os quatro atributos exigidos, sem os quais o FROID não deixa concluir.
Documento
- Documento de critérios do GRO
- Registra sob qual régua o risco foi graduado. É o que quase toda empresa descobre tarde que falta — e o primeiro que uma perícia procura, porque critério escrito depois do resultado não vale.
Método
- AEP — Avaliação Ergonômica Preliminar
- Abordagem inicial de identificação de perigos e avaliação de riscos, prevista na NR-17. Obrigatória inclusive para empresas dispensadas do PGR, e não depende de piso de respondentes.
Método
- AET — Análise Ergonômica do Trabalho
- Análise aprofundada, exigida nas situações do item 17.3.2 da NR-17 — quando a AEP não é suficiente.
Método
- Piso de anonimato
- Quinze respostas substantivas na campanha e dez por recorte. São números absolutos: abaixo deles, saber a média do grupo é quase saber o que cada um respondeu. Nenhuma adesão adicional resolve — o piso olha o tamanho do grupo, não a taxa de resposta.
Método
- Piso de representatividade
- A coorte precisa falar pelo efetivo declarado: amostra para proporção com correção de população finita, a 95% de confiança e margem de 5 pontos. Diferente do piso de anonimato, este a adesão resolve — e o painel mostra quanto falta.
Método
- Censo
- Quando a amostra exigida passa de 80% do grupo, ela deixa de economizar respostas e alcança o quadro inteiro. É o que acontece abaixo de 98 pessoas — e aí uma única recusa suspende o recorte.
Método
- Resposta substantiva
- Só entra na contagem quem cobriu ao menos metade das dimensões do instrumento. Sem isso, clique vazio infla a adesão e o retrato vira ficção.
Método
- Recorte declarado insuficiente
- O recorte que não vence um dos pisos não some do relatório: entra no mesmo inventário nomeando o portão que barrou, o caminho de remédio, e afirmando expressamente que aquilo não significa ausência de risco. Suprimir é ocultar; declarar insuficiente é documentar.
Método
- Eficácia da medida
- Comparação de cada unidade contra a própria linha de base, no mesmo instrumento, antes e depois. A classificação usa o limite conservador do intervalo de confiança: só se afirma a magnitude que o intervalo inteiro sustenta. Melhora dentro do ruído é reportada como sem mudança.
Privacidade
- Pseudônimo criptográfico da matrícula
- A empresa fornece a matrícula; o sistema guarda um resumo criptográfico dela e o resumo do convite, nunca o par entre os dois. Não existe campo para nome de trabalhador.
Privacidade
- Fronteira clínica
- O empregador não acessa resposta individual, e isso não é configuração de permissão: as tabelas de resposta não têm política de leitura, e a única saída do banco é uma função de agregação que já aplicou os pisos.
Nenhum termo encontrado. Tente outra palavra.