O diferencial FROID
Um assistente de IA com recuperação aumentada por conhecimento (LLM-RAG) que responde, em linguagem clínica, tudo o que o profissional precisa para explorar as capacidades da plataforma durante a sessão — e que cruza a sua carteira de pacientes com o Data-Froid anônimo global.
Veja em ação
Um exemplo real da interface: o profissional pergunta e o FROID Explica responde, com fundamento, sobre a leitura da sessão — com os seletores de prompts pré-configurados e de prompts próprios.
Como funciona
O FROID Explica decide, a cada pergunta, se ela é sobre conhecimento (como interpretar a leitura) ou sobre dados (como este paciente se compara à base) — e roteia para o motor certo.
Recuperação aumentada (RAG) sobre a base de conhecimento verificada do FROID: 12 Zonas, IPM, IDM, biomarcadores, FACS e a bibliografia científica. Responde "o que significa esta dissonância?" com fundamento — sempre sobre métricas já calculadas, nunca gerando os valores acústicos.
Consultas analíticas sobre o Data-Froid anônimo: "este paciente está acima da média em risco?", "casos mais parecidos (top 5)", "intervenções mais eficazes para perfis similares". A inteligência da sua carteira encontra a inteligência de milhares de sessões — sem PII.
Toda consulta ao FROID Explica recebe o estado consolidado exibido na tela — a janela clínica móvel da Estabilização Clínica da Tela (padrão: 5 minutos, média ponderada temporal) — com acesso ao bruto recente quando necessário. Assim, a resposta da IA fala sobre exatamente o que o profissional está vendo, sem divergência entre tela e análise.
Essa e outras definições de algoritmo proprietário estão documentadas em referências internas consultáveis pelo motor RAG — ex.: FROID_Estabilizacao_Clinica_Da_Tela.md, que registra a métrica, a matemática dos pesos e o racional clínico do módulo.
Motor de linguagem sobre modelos de última geração (ex.: Gemini / GPT-4o), com verificação de segurança em cada resposta. Detalhes de arquitetura em Tecnologia e privacidade em Segurança.
Inteligência da carteira
O FROID Explica não se limita a explicar uma sessão isolada. Durante e depois do atendimento, ele lê a transcrição — com a fala do paciente e do profissional separadas —, os biomarcadores e o histórico, e cruza esse material com a sua carteira. É aqui que nasce o diferencial: associações que ninguém faria manualmente, padrões que emergem só quando se olha o conjunto, e a base para você elaborar a sua própria conduta clínica.
Peça ao Explica para relacionar métricas, falas e sessões: como uma dissonância recorrente conversa com um tema específico, como a recomendação dada em uma sessão ecoa na seguinte, o que aproxima dois casos aparentemente distintos. Ele levanta hipóteses de associação para o seu julgamento — nunca um diagnóstico.
Localize padrões que só aparecem no conjunto: quedas sustentadas de IPM, respostas que se repetem em perfis parecidos, evolução ao longo das sessões. A comparação respeita rigorosamente os acessos — em clínicas com vários profissionais, cada um enxerga apenas os pacientes que o administrador autorizou.
Transforme esses achados em condutas próprias: protocolos, sequências de intervenção e critérios de acompanhamento afinados aos seus casos. É o caminho para a sua clínica se diferenciar na abordagem e na recuperação dos pacientes — construindo, sessão após sessão, um método com a sua assinatura.
O FROID Explica é apoio à decisão: organiza sinais e levanta hipóteses para o profissional habilitado, sem substituir a avaliação clínica. Todo cruzamento de dados respeita a segregação por organização e os controles de acesso descritos em Segurança e Ética.
Biblioteca de prompts
Um clique no painel dispara qualquer um destes. Metade lê a sessão em profundidade; a outra metade cruza o paciente com a base populacional anônima.
Interpretação fundamentada dos indicadores atuais (motor de conhecimento / RAG).
Cruzamento do paciente com a base populacional anônima (motor de analytics).
Personalização
Na sua área de configurações, o profissional cadastra prompts próprios — perguntas recorrentes da sua abordagem, do seu enquadramento teórico ou do seu público específico. Eles ficam salvos na sua conta e acessíveis a um clique, ao lado dos 22 nativos.
Cada prompt personalizado pode consultar tanto a sua carteira de pacientes quanto o Data-Froid anônimo — combinando o que só você conhece dos seus casos com a força estatística de milhares de sessões no mundo. É esse cruzamento que cria o grande diferencial: quanto mais a rede cresce, mais as suas perguntas são respondidas com base empírica.
"Entre os meus pacientes, quais tiveram queda sustentada de IPM nas últimas 3 sessões, e como esse padrão se compara a casos análogos no Data-Froid?"
O assistente combina a leitura da sua carteira com a base anônima e devolve uma resposta fundamentada — a decisão clínica segue sendo sua.
A base que aprende com o mundo
Um repositório crescente com a transcrição e os sinais anonimizados de milhares de sessões realizadas em todo o mundo — desprovido de qualquer informação pessoal (PII) — pensado para ser explorado por modelos de altíssima escala em busca de novos caminhos, métricas e associações clínicas.
À medida que a rede cresce, esse acervo passa a ser analisado por inteligências com mais de 1,2 trilhão de parâmetros, capazes de mapear associações que nenhuma sessão isolada revelaria — e de converter, progressivamente, as heurísticas de IPM e IDM em métricas estatisticamente validadas. É o motor de validação populacional do FROID.
Compromisso de honestidade: o Data-Froid é o caminho de validação ao longo do tempo, não uma prova já concluída. Hoje, IPM e IDM permanecem parâmetros de engenharia qualificados; a base cresce para prová-los. Anonimização e limites descritos em Ética e Segurança.
Veja a demonstração interativa ou converse com o time sobre um piloto.