Diagnóstico de prontidão
Duas perguntas e o cálculo é feito aqui mesmo, no seu navegador. Se a resposta for não, é melhor saber agora — e há um caminho diferente para esse caso.
O resultado só aparece quando há respondentes suficientes no recorte. Não é limitação técnica: é a garantia de anonimato. Num grupo de seis pessoas, saber a média já é quase saber quem respondeu o quê — e um trabalhador que suspeita disso responde o que é seguro, não o que é verdade. Aí a empresa paga por um retrato que não corresponde à realidade.
Pelo mesmo motivo, nada é liberado enquanto a coleta está aberta. Ver o painel com 30 respostas e depois com 31 revelaria a resposta da trigésima primeira pessoa.
Existe um segundo piso, de natureza diferente. O primeiro protege o anonimato: coorte pequena demais deixa deduzir quem respondeu o quê. O segundo protege a representatividade: uma empresa de 3.000 pessoas com 50 respostas preserva o anonimato perfeitamente e mesmo assim produziria um inventário sobre 1,7% do quadro. O número exigido não é escolha nossa — é o tamanho de amostra para proporção com correção de população finita, a 95% de confiança e margem de 5 pontos, que entra no documento de critérios como fundamentação verificável. Quando a amostra necessária passa de 80% do grupo, ela deixa de economizar respostas e vira censo: é o que acontece abaixo de 98 pessoas.
A dispensa de elaboração do PGR depende das condições da NR-1, não apenas do porte da empresa. Confira seu enquadramento com o responsável por segurança e saúde no trabalho. O fluxo de AEP no FROID é independente da liberação do resultado do questionário. Orientação oficial do MTE.